Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta UNL. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta UNL. Mostrar todas as mensagens

20 de setembro de 2011

bolsas@unl.pt

É bom saber que um email da minha universidade serve para... NADA!

Enviei durante o fim de semana o seguinte mail:

Boa noite,
Calculo que tenham recebido bastantes mails a perguntar o mesmo, portanto, como deve calcular a minha dúvida é simples: para quando os resultados de candidatura e respectivos pagamentos?

Tenho dois motivos fortes para esta questão:
1- Não tenho meios financeiros para pagar as propinas, pelo que terei os actos académicos bloqueados no fim da próxima semana.
2- Vão ter ainda mais candidaturas a bolsas brevemente por parte dos caloiros, sendo que muitos deles precisam igualmente de um apoio financeiro para subsistirem, daí achar estranho só haver aumento de número de candidaturas e não de resultados.

Obrigado,
Vasco Ribeiro

Até agora sem qualquer resposta. 
Resumindo: nem bolsas, nem respostas. Concluindo: ainda estão de férias ou fogem do buraco financeiro que se tornou Portugal e gozam de estadias prolongadas num qualquer país fora de misérias.

Os pobres aguardam pacientemente e esfomeados pela esmola destes desafortunados sem tempo para articular duas palavras e carregar enviar.


18 de setembro de 2011

10%

É a percentagem de alunos da FCT (2010/2011) sem cadeiras em atraso... Estranho.

Fico feliz de pertencer aos 10% do meu curso sem cadeiras em atraso, mesmo que a única vantagem que tenha seja acabar o curso em menos tempo. XD

Entretanto 100% é a percentagem de vagas ocupadas na 1ª fase de Química Aplicada este ano! Fico muito feliz pelos meus futuros caloiros saberem reconhecer um curso de EXCELÊNCIA! ; ) Além disso a média subiu bastante em relação aos outros cursos da faculdade.


Bons estudos meus caloiros!!!

É Q É A É QUÍMICA APLICADA!

3 de julho de 2011

Fim do 4º semestre

Das cinco cadeiras deste semestre, três estão feitas de forma confirmada. Uma, ainda me falta: química física II, pois quando devia estar a estudar para o exame normal estava com uma bela insolação. Assim lá fui eu passear ao exame, ver as perguntas típicas, o  que me saiu caro pela vergonha de me ter esquecido da máquina gráfica no auditório e de ter recebido mail do professor para a ir buscar (tenham em conta que tinha “auxiliares de memória” na máquina, mas nem era minha intenção usá-los -- raramente os uso, faço-os sempre).

Entretanto, quanto a Biologia Molecular, cadeira cujo exame foi há mais de duas semanas, ainda não sei se passei ou não pois as notas insistem em não sair.

Soube agora que os professores apenas têm obrigação de publicarem os resultados dos exames de época normal até 3 dias antes do de recurso. Esta mentalidade, a de um professor se permitir deliberadamente de chegar ao limite do prazo é irresponsável, no mínimo.

Em cadeiras com 200 alunos, sabendo que a maioria vai a exame normal, muitos, pelos mais diversos motivos, quererão rever a prova antes do recurso. E quanto mais cedo melhor! Pois não me parece humanamente possível um professor “atender” cerca de 200 alunos em dois dias, antes do exame de recurso. Isto leva aos maus resultados, às reprovações, e aos facilitismos em anos posteriores (como acontece em Elementos de Análise E Álgebra I e II em que alunos chegaram a ter 20,5 valores num teste(!)).

Lamento estar a escrever isto no meu blog. Aliás, sinto repulsa. Mas esta é a vida de um universitário: eu. A faculdade que frequento, pela qual nutro um carinho especial, sofre com as atitudes de cada um. Atitudes individuais que geram desordem (ou entropia citando o termo do professor Abel). Estas posições face às responsabilidades levam a faculdade para rankings cada vez mais baixos, pois esta não é feita das médias dos alunos mas sim da qualidade com que estes desempenham as capacidades, adquiridas no mundo académico, em ambiente de trabalho.


25 de maio de 2011

ACORDEM

Texto Acordem, do Professor Grégoire Bonfait. Haviam de ser todos como ele.

"Caros alunos,
Recebi uma mensagem quase-anónima durante a semana passada (quase-anónima no sentido que foi enviado a partir dum endereço e-mail duma pessoa que aparentemente não está inscrita a FG, nem na FCT... ). Respondi a esta mensagem, perguntando com quem estava a falar, não obtive resposta: Meto medo? O teor desta mensagem era basicamente uma queixa sobre as variações de critérios de correcção entre as avaliações semanais corrigidas pelo Prof. João Cruz (JC) e as corrigidas por mim (GB). Por outro lado, soube também que alguns alunos queixaram-se que os exercícios de avaliação duma turma são mais difíceis que os duma outra...

Vamos a isto:
1) Critérios de correcção do Prof. JC mais severos que os meus (GB)?

Provavelmente que os alunos que alegam isto se basearam sobre uma comparação das notas entre as turmas TP1 e TP2 que têm os mesmos exercícios de avaliação. Cedo, vimo-nos (JC e GB) confrontados com esta diferença significativa de notas entre estas duas turmas. Para verificar se um professor era mais severo que outro, corrigi uma vez as avaliações semanais das duas turmas (mesma avaliação). As minhas notas confirmaram esta diferença: As notas da turma TP1 foram efectivamente significativamente inferiores às da turma TP2. Dito duma outra maneira, os alunos da turma TP1 ou trabalham (ainda) menos que os da turma TP2, ou têm bases em matemática ou em física (ainda) mais fracas. Porque é que isto pode acontecer? Pode ser por acaso (neste caso, chama-se a isto uma “flutuação estatística” no sentido que, a priori, todas as turmas deviam ter em média o mesmo nível. Isto acontece muitas vezes e qualquer professor vos dirá que as vezes tem “boas turmas” as vezes turmas “piores”), pode ser por haver “alunos que estragam o grupo” (“dinâmica de grupo negativa”) e outras razões deve haver... Neste caso preciso, desconheço a razão mas como explicarei mais adiante, pouco interessa... Por outro lado, como se pode verificar, a média dos alunos da turma TP4 ( Prof. JC) é muito melhor que a média da turma TP1 ( Prof. JC), ultrapassando em muitos casos a média da turma TP2 (GB)... “Se calhar”, não são bem os professores os “maus da fita” como alguns parecem estar prontos a entender ... O prof. JC põe a disposição dos alunos as avaliações para os alunos poderem corrigir no futuro os erros a não fazer/repetir... Em vez de ralhar e de comparar, e de se lamentar sobre a injustiça da vida, mais eficaz, com certeza, seria de trabalhar durante a semana. Ficariam menos “à rasca”.

2) os testes duma turma são mais difíceis que os duma outra .

Parece que este problema foi muito agudo na avaliação 9. Na avaliação TP1/TP2, havia uma derivada quando na avaliação TP3 era “só preciso” substituir... Vejamos: Na avaliação semanal nº9 das turmas TP1/TP2, era preciso 
1) Calcular o comprimento duma hipotenusa sabendo o comprimento dos dois outros catetos (=(a2+x2)1/2) .. Credo! 
2) Saber derivar ((a2+x2)-1/2)... “Por acaso”, esta mesmíssima função tinha sido derivada na semana anterior...
Quem sabia ultrapassar estas duas “grandes dificuldades”, já tinha 3 valores (/5...). A pergunta seguinte (1val) também tinha sido resolvida a semana anterior. A avaliação semanal nº9 das turmas TP1/TP2 tinha só este exercício enquanto as das outras turmas tinha dois...
É evidente que devendo fazer 3 avaliações diferentes por semana, pode acontecer que, as vezes, os exercícios a resolver possam parecer significativamente diferentes (uma “leva uma derivada”, a outra não!...) com dificuldades diferentes. Se isto aconteceu, em média, os graus de dificuldades foram muito semelhantes. 

Na realidade, o que acontece, é que uma grande parte de vocês não trabalham FG fora das aulas e, evidentemente, neste caso, TUDO parece difícil! até calcular o comprimento duma hipotenusa... No início das minhas aulas TP, costumo salientar alguns do que chamo “erros estúpidos” (cf. pautas TP2/TP3) que podem acontecer de vez em quando. Não é isto que é grave. O que é grave, é repetir vezes sem conta os mesmos erros i.e. nem fazer o esforço de perceber o erro ou de não repeti-la... O que é grave é participar a estas avaliações como se o resultado tivesse pouca importância. O que é grave é pensar que chumbar não tem consequências ... (e... sobre isto a FCT, se calhar, é um pouco permissiva... mas isto é uma outra história). 

Há alunos (e não são tão poucos como isso) que estão nesta posição completamente passiva e amorfa. Estes alunos atrasam e/ou perturbam os outros. Estes alunos ocupam inutilmente espaço e gastam inutilmente recursos humanos e materiais. 
Estes alunos desperdiçam o dinheiro da FCT, i.e. o dinheiro que vem das propinas (do próprio aluno mas também de todos os outros colegas) e que vem dos impostos pago por pessoas que não têm responsabilidade na atitude irresponsável destes alunos. Estes alunos comportam-se como parasitas...

E, de parasitas, pelos tempos que correm, Portugal não precisa.
Acordem!
Cumprimentos,

Prof. Grégoire Bonfait"

17 de maio de 2011

EuroBachelor

Licenciatura com certificado internacionaleurobachelor.jpgA Licenciatura foi certificada com a qualificação internacional Eurobachelor®.
A obtenção do certificado resultou de uma avaliação internacional com visita à Faculdade de avaliadores estrangeiros para entrevistas a alunos e professores, observação de instalações e análise de programas e procedimentos.
Para além de ser uma garantia de qualidade e transparência, que confere empregabilidade à licenciatura em Química Aplicada, a qualificação “Eurobachelor” garante aos licenciados uma mais fácil mobilidade internacional, por exemplo ao dar acesso a cursos de segundo ciclo (Mestrado) em outras instituições internacionais também certificadas com o “Eurobachelor”.
Informação detalhada sobre a certificação Eurobachelor® está disponível emhttp://www.eurobachelor.eu


Esta é a informação acerca do EuroBachelor da minha licenciatura, disponível no site da FCT, secção para candidatos. Mas desenganem-se os futuros alunos desta faculdade. Aparentemente há alguns desacordos em relação à importância deste "Label", com uma única justificação: "Não há nenhuma razão objectiva para dar importância a esse certificado.".

Se me levasse pelos sentimentos como antes, tinha extrovertido um misto de raiva e revolta para com tais afirmações. Leva a crer que a publicidade vale mais que o próprio currículo.

Ainda se perguntam porque será que há pouco sucesso escolar e poucos alunos.  

13 de dezembro de 2010

Prémio Ferreira da Silva 2010 e Medalha Vicente de Seabra 2010

"Presidido e nomeado pelo Presidente da SPQ, de acordo com o Regulamento, o júri constituído para a avaliação das candidaturas reuniu em Lisboa, na sede, em 27 de Outubro, tendo decidido por unanimidade atribuir o Prémio Ferreira da Silva 2010 ao Prof. Fernando Jorge da Silva Pina, Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (Campus de Monte de Caparica). Decidiu ainda atribuir ex-aequo a Medalha Vicente de Seabra ao Prof. Eurico José da Silva Cabrita, Professor Auxiliar da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (Campus de Monte de Caparica) e ao Dr. José Richard Baptista Gomes, Investigador Auxiliar do CICECO da Universidade de Aveiro. Os premiados proferirão conferências no próximo Encontro Nacional da SPQ, a realizar em Braga em 2011."

Os meus parabéns em especial aos professores Eurico Cabrita e Fernando Pina. Dá sempre um certo orgulhinho ser aluno de professores com carreiras de sucesso... Espero um dia poder ter também "o meu momento".
;-)

29 de outubro de 2010

21 de setembro de 2010

Universidade Nova ultrapassa Coimbra no ranking das melhores do mundo

 Notícia daqui.

Pela primeira vez em cinco anos, a Universidade Nova de Lisboa ultrapassou a Universidade de Coimbra no ranking britânico "QS Top World Universities 2010". A lista, que este ano é publicada pela primeira vez em separado do Times Higher Education Supplement, avaliou 600 instituições e colocou a Universidade Nova na 384º posição e a Universidade de Coimbra em 396º lugar, descendo 30 lugares. São as duas instituições portuguesas mais bem cotadas e as únicas a figurarem entre as 400 melhores universidades do mundo.

A Universidade do Porto, colocada no patamar 451-500, e a Universidade Católica Portuguesa (501-550) são as restantes instituições portuguesas que surgem no ranking internacional publicado ontem pela organização britânica QS, mas que permanecem atrás das universidades Nova e de Coimbra tal como vem acontecendo desde 2005.

As mudanças, no entanto, não acontecem apenas entre as instituições nacionais. Este ano, a Universidade de Cambridge (Reino Unido) também destronou pela primeira vez a Havard (EUA), que passou para o segundo lugar da lista britânica. Mas são os Estados Unidos a liderar as melhores universidades do mundo: 13 entre as 20 primeiras instituições de ensino superior são americanas. Reino Unido é o segundo país mais bem colocado com quatro universidades no top 20. Neste ranking, a rivalidade é claramente entre ingleses e americanos, já que é só a partir do 18.º lugar que começam a surgir as universidades de outros países, como TEH Zurich (Suíça), a McGill, no Canadá (19.º lugar) ou a Australian National University, na Austrália (20.º lugar).

RIVALIDADE. Em Portugal, a competição continua a ser entre as universidades Nova de Lisboa - com 30.2 pontos na avaliação global - e a de Coimbra, com 29 pontos no total. E, este ano, foram sobretudo os critérios de "Empregabilidade" e de "Internacionalização do Corpo Docente" que permitiram as duas instituições distanciarem-se uma da outra. Numa escala de zero a 100, a Universidade Nova obteve 29 pontos na taxa de emprego entre os seus estudantes; Coimbra surge muito atrás com 12 pontos. Quanto ao prestígio internacional dos professores, a Nova ficou mais bem colocada com 20 pontos e Coimbra com 9. A "Relação professor/aluno" tem também melhor cotação na Nova (43 pontos) do que na Universidade de Coimbra (29 pontos).

É no critério "Reputação Académica" que a Universidade de Coimbra (41 pontos) consegue superar a Nova, que neste capítulo apenas angariou 32 pontos. A pontuação das duas instituições é semelhante nos restantes parâmetros de avaliação. A Universidade de Coimbra conquistou 33 pontos no critério de "Número de Estudantes Estrangeiros" enquanto que a Nova acumulou 32 pontos.

"Internacionalização" ou "Número de vezes em que a universidade é citada em investigações científicas" são os restantes parâmetros em que as duas instituições surgem quase empatadas. A Nova, com 32 valores, perde por apenas um ponto no capítulo do prestígio internacional e a Universidade de Coimbra ganha novamente por um ponto na investigação internacional.

20 de setembro de 2010

Caloirada 2010/2011 2ª parte

Sem muito a dizer, pois não fui ao desfile.

Simplesmente relato, sem comentar. Isso, fica ao critério de quem ler...

A cope mandou-me um único email, ontem, a pedir que quem quisesse consumir bebidas alcoólicas teria de participar com 5€.

Hoje, sem saber pontos de encontro, limitei-me à rotina. À hora de almoço esperei ver os meus caloiros e alguns colegas no refeitório mas tal não aconteceu. Vim a descobri-los na Teresa Gato (café popular da FCT), todos sentadinhos, alguns caloiros até com ar aborrecido, já a segurar na cabeça (devia pesar-lhes o cérebro =) ).
Não tive conhecimento do tema do desfile. Só há pouco consegui os mails dos meninos e meninas novos para os adicionar no msn (por portas e travessas).

O ano passado a coisa pareceu mais composta. Não?

17 de setembro de 2010

Caloirada 2010/2011

Só tenho uma coisa a dizer: uma TRISTEZA!

Metade inscreve-se e foge! Literalmente! Eu até entendo que não sou a coisa "mai" bela do nosso Portugal, mas daí a desaparecerem sem serem minimamente praxados é muito mau!
Já o resto olhem! Resultado está à vista... É aos 3 ou 4 de cada vez, algo estranhissimo, para nós sem tanta piada e para eles um suplicio por terem mais veteranos à sua volta que caloiros.
Só espero que até segunda ponham a mãozinha na consciência e apareçam para o desfile do caloiro (em que não poderei participar pois tenho uma aula prática- damn!), até porque se um dia quiserem usar o traje, esta é a única maneira!




'Tou chateado...
Segunda feira há mais...

19 de agosto de 2010

"Professora castigada por reprovar mais de metade dos alunos"

Foi na minha faculdade, UNL-FCT.
Ela, Professora Elvira Gaspar, deu-nos aulas de técnicas de laboratório e segurança (aka TLS), e era regente da cadeira.
O que não se percebe na notícia lançada é: como é que uma docente chumba mais de metade dos alunos da cadeira, quando só avaliou 1/4 dos mesmos!?

Isto foi com toda a certeza levado a cabo por "alguém" que a quereria remover do cargo. Mas esse alguém não olhou a meios e desrespeitou a professora não averiguando a situação e não entrando em contacto com a mesma.

O nosso país está a entrar numa fase cada vez mais regida pelo facilitismo! Isto é uma vergonha nacional!

Notícia vista aqui.

Partilho a seguinte mensagem enviada internamente a todos os alunos de química, e que deverá tornar-se pública: Reacção dos Representantes dos Alunos do Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa