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4 de agosto de 2011

19 de abril de 2011

A minha agenda

Há três anos atrás comecei a utilizar agendas. Não electrónicas, mas sim em papel, pois as dos telefones são quase intocáveis, ou seja, praticamente não se inscrevem no nosso quotidiano, devido à sua inerente futilidade expressa num gadget sempre desactualizado.
Uma agenda precisa de ser palpável. Preciso de lhe sentir o cheiro do papel, sentir a textura e personalizá-la a meu gosto. Precisa de ser mais que um registo que passada a data do evento se apaga e esquece, é necessário ser algo que ali ficou, para mais tarde se consultar, por muito fútil que às vezes a nota possa parecer.
Estou grato a quem me apresentou os Moleskine. Embora caros (mais do que deveriam), fazem já parte de mim, como uma cultura. Uma agenda com história, já utilizada por van Gogh, Picasso, Hemingway...
Não é apenas um capricho, embora seja fiel à marca. Chateia-me ver “cópias” que lembram os originais, como por exemplo os da Book.it.
Estou numa semana calma. Uma das poucas em que a minha agenda apenas diz: férias. Mas vai acabar tão rapidamente... E vou entrar numa semana que tem aulas, práticas, dúvidas com os professores, testes marcados, gabinetes reservados, horários de trabalho, renovação dos empréstimos dos manuais... Mas ela está sempre comigo.

Obrigado Ritchie. ; )

21 de outubro de 2010

Jantar

Não fui ao jantar de curso...
- Acabei agora (19:15) um trabalho de Métodos Instrumentais de Análise;
- Estão para confirmar se tenho um teste da mesma cadeira este sábado;
- Amanha tenho um relatório de Química Orgânica II para entregar;
- Segunda tenho um teste de Química Física I;
- Tenho várias práticas para preparar para a semana que vem.

"Podes fazer muita coisa no fim de semana"
Eu: "Não, não posso, pois com ou sem teste no sabado de manha, trabalho resto do dia todo, e domingo idem!"
>=(

28 de abril de 2010

Hoje deu-me para escrever...




E quando o piano começou a tocar aquela melodia mágica… O nevoeiro começou a dissipar-se, descobriu-se o plátano no jardim em frente ao edifício que lembrava ser de um clube de verão.

Da noite surgiu o dia e a dança de todos era a valsa do reconhecimento pela vida. Num lugar onde não havia mais espaço para a apatia ou sebastianismo, apenas felicidade.

Um Quinto Império atingido no interior de cada um incendiou um poder tremendo: a vontade, a coragem, o poder dos jovens reflectido nos adultos. O poder de mudar o mundo.

À medida que a valsa se intensifica, as flores florescem, o plátano cresce, o sol exponencia a sua forma em todas as realidades numa série de infinitas cores.

O mundo rejubilou,

E a valsa acabou.


Palavras,


Que significam elas? São só palavras.

Estou cansado… Preciso de um tempo para mim… Para me aperceber de quem sou, neste momento.