15 de dezembro de 2011

Última semana de aulas

Palavras para quê? Todos os trabalhos e avaliação nestas duas últimas semanas deixam-me tão cansado que me poderão encontrar caído em qualquer lado a dormir. ; )


6 de dezembro de 2011

28 de novembro de 2011

O fim da jornada das bolsas

Pelo menos para mim! Finalmente saiu o resultado favorável do meu pedido de bolsa, depois de muito esperar e desesperar. Felizmente aumentaram significativamente o valor que recebo. Finalmente posso pagar as propinas, espero que na totalidade, caso contrário corro o risco de ficar com cadeiras por fazer porque há professores que não lançam notas a quem tem os actos académicos bloqueados...

Agora as coisas poderão encarrilar. Espero que esta seja a última vez que preciso de recorrer à DGES. ; )


2 de novembro de 2011

Mais "Novas" da DGES

Uma vergonha autentica.
O mail, copiado do pdf em coluna, deles:

Atendendo que para a análise do seu requerimento resulta a necessidade de apresentação de documentação
complementar, serve o presente para solicitar que sejam apensos ao seu requerimento os seguintes documentos:
Esclarecer a situação económica: recurso a
poupanças ou ajudas de terceiros (deve
mencionar o valor mensal ou anual dos
mesmos)
Outros documentos
Fotocópia do Imposto Municipal sobre Imóveis
Extracto de remunerações registadas na
Segurança Social (excepto funcionários
públicos que efectuem descontos para a CGA e
ADSE)
insuficientes face ás despesas. Esclarecer esta situação
por forma a ter um resultado de bolsa mais favorável.
Tem ajudas? Vive com os pais ou outras pessoas?
Entregar o Atestado de Residência com a composição
do agregado familiar
Entregar fot; Se estiver isento solicitar nas Finanças
declaração de existência ou não de bens patrimoniais e
respectivo valor.
Solicitar na Seg. Social desde o ano de 2009
Fica V. Exa. notificada(o) para, no prazo de 10 (Dez) dias, juntar a documentação solicitada ao seu
requerimento.


A minha resposta:

Boa noite, gostaria de pedir esclarecimentos em relação ao pedido de documentos adicionais.
No mail por vós enviado diz que os meus rendimentos são insuficientes face às despesas, a essa observação faço notar que não é esta bolsa a que me candidato que me mata a fome, mas sim um amigo com quem vivo, na sua própria casa, onde de facto tenho de contribuir para as despesas. Se me pedem um valor para o tecto que me abriga e a comida que me dão, esses não têm valor, é incalculável, como qualquer amizade. Face aos aumentos recentes e visto que gasto só na casa e bens essenciais cerca de 100€ e visto que o conjunto de passes sem apoio social me custam outros 100€, é lógico que se perguntem o que resta do dinheiro que recebo do meu part-time.
A verdade é que, como a maioria dos portugueses, tive que me endividar devido à justiça de atribuição das bolsas. Sempre recebi o mínimo ou perto do mínimo, como tal tenho um empréstimo ao banco que me suplementa 170€ mensais para poder comer na faculdade (pensem bem que cerca de 5€ por dia em comida só na faculdade e contando 22 dias úteis isto dá 110€, restam-me portanto 60 euros). Esses 60 euros esticam até ao limite, entre lágrimas e desespero até ao inicio do próximo mês.
Assim sendo, que pretendem com a "Declaração sob compromisso de honra a esclarecer a situação económica: recurso a poupanças ou ajudas de terceiros (deve mencionar o valor mensal ou anual dos mesmos) : Candidato"?: Um documento manuscrito scanado e assinado por mim?
Que pretendem com os documentos "Outros" onde fazem a observação: "Atestado de Residência com a composição do agregado familiar"? O IRS ao qual têm acesso tem as informações que aqui me pedem, onde vivo e o meu agregado - não sou casado, não sou unido de facto nem vivo com família, portanto... Agregado familiar sou eu, isso é bastante claro no IRS. Se não, por favor explicitem o que pretendem, e onde obtenho o que pretendem.
Que pretendem com "Extracto de remunerações registadas na Segurança Social (excepto funcionários públicos que efectuem descontos para a CGA e ADSE) : Candidato", sendo que pedem desde 2009: visto que a minha primeira bolsa foi pedida em 2009/2010 têm os meus rendimentos desde então, é mesmo preciso eu faltar a um dia de aulas, que sendo bolonha tenho faltas e são essenciais ao meu percurso académico?
Espero brevidade na resposta, visto o curto prazo que me dão para vos fornecer todos os documentos que pedem.
Obrigado,
Vasco Ribeiro.

28 de outubro de 2011

Natal sem prendas da DGES

Mais uma da DGES, parece para os apanhados:

"De forma a simplificar o processo de análise da candidatura a bolsa de estudo, em substituição da “tradicional declaração em papel da situação tributária”, foi possível garantir o acesso a essa informação por via electrónica. A agilização deste processo permitirá, consequentemente, diminuir o tempo de análise do requerimento."
Basicamente pediram para enviar um documento para poderem analisar mais rapidamente o processo. Parece uma brincadeira, visto que o processo está tudo menos "agilizado". Quantos já terão desistido da faculdade por falta de dinheiro? A DGES gosta tanto de apresentar estatísticas de entradas nos cursos e não apresenta as mazelas que causa no decorrer da sua incompetência!

25 de outubro de 2011

1º Teste

Amanha há o primeiro teste: Genética... Até dá vontade de fugir, são mais de 50 perguntas de escolha múltipla para responder em 120 minutos. Façam as contas ao tempo que vou ter por pergunta... Bah

.|. Genetics; am I in a chemistry course?? -.-'

26 de setembro de 2011

Resposta ao email


Caro(a) aluno(a),

Não há ainda nesta data calendário de divulgação dos resultados de candidatura a bolsa de estudo para o ano lectivo 2011/2012.

Estamos a aguardar publicação do calendário por parte da Direcção Geral do Ensino Superior (DGES).

Com os melhores cumprimentos,
 

Divisão de Apoio ao Aluno

Fiquei tão informado como enquanto não respondiam ao mail... Devo mandar mail à DGES?

23 de setembro de 2011

6%...

Foi a percentagem de alunos na aula de Química Inorgânica II do Professor Richard Welter da Universidade de Estrasburgo ao abrigo do programa Erasmos. A aula foi sobre cristalografia, e para terem uma noção mais real, pois 6% pode ser muita gente, foram exactamente... 3 alunos. Nem por isso o professor foi menos entusiasta, e daqui fica o meu agradecimento pelo seu trabalho e dedicação.


20 de setembro de 2011

bolsas@unl.pt

É bom saber que um email da minha universidade serve para... NADA!

Enviei durante o fim de semana o seguinte mail:

Boa noite,
Calculo que tenham recebido bastantes mails a perguntar o mesmo, portanto, como deve calcular a minha dúvida é simples: para quando os resultados de candidatura e respectivos pagamentos?

Tenho dois motivos fortes para esta questão:
1- Não tenho meios financeiros para pagar as propinas, pelo que terei os actos académicos bloqueados no fim da próxima semana.
2- Vão ter ainda mais candidaturas a bolsas brevemente por parte dos caloiros, sendo que muitos deles precisam igualmente de um apoio financeiro para subsistirem, daí achar estranho só haver aumento de número de candidaturas e não de resultados.

Obrigado,
Vasco Ribeiro

Até agora sem qualquer resposta. 
Resumindo: nem bolsas, nem respostas. Concluindo: ainda estão de férias ou fogem do buraco financeiro que se tornou Portugal e gozam de estadias prolongadas num qualquer país fora de misérias.

Os pobres aguardam pacientemente e esfomeados pela esmola destes desafortunados sem tempo para articular duas palavras e carregar enviar.


18 de setembro de 2011

10%

É a percentagem de alunos da FCT (2010/2011) sem cadeiras em atraso... Estranho.

Fico feliz de pertencer aos 10% do meu curso sem cadeiras em atraso, mesmo que a única vantagem que tenha seja acabar o curso em menos tempo. XD

Entretanto 100% é a percentagem de vagas ocupadas na 1ª fase de Química Aplicada este ano! Fico muito feliz pelos meus futuros caloiros saberem reconhecer um curso de EXCELÊNCIA! ; ) Além disso a média subiu bastante em relação aos outros cursos da faculdade.


Bons estudos meus caloiros!!!

É Q É A É QUÍMICA APLICADA!

31 de agosto de 2011

5º semestre

Mais uma guerra que começou. Todos os anos os horários são uma dor de cabeça, imagino mais para professores do que para alunos, é claro, sempre com uma dose de sorte...
Não me posso queixar muito, apesar de ainda há pouco tempo ter uma sobreposição de cadeiras o assunto está resolvido. De facto seria muito mais simples se tivesse escolhido outra opcional (que era a causa da sobreposição), mas as opções que nos colocam são muito pouco apelativas. Aliás, só uma das 4 opcionais é que não tinha sobreposição de horário (descontemos a opcional sem créditos e outra que ainda nem horário tem).
Gostaria de pensar que escolher uma opcional é um direito meu do qual não posso ser julgado.

E até agora é isto. Os horários estão em fase prototipo até que os sorteios nos coloquem definitivamente. Na pior das hipóteses saio quase todos os dias às 18 em pleno inverno e já de noite brrrrrrrrrr.

Falta pouco para esta vida de universitário chegar a um bom termo... 

24 de agosto de 2011

Monodonta sp

Hoje fui à praia. Apanhei no meio das rochas algumas algas com um aspecto filamentoso e um caracol, ao que tudo parece um Monodonta sp.
Ao chegar a casa lá me meti a investigar, mais sobre o caracol, pois este despertou-me imenso interesse. A sua concha tem um brilho fascinante da parte de dentro e decidi raspar um pouco o lado de fora. Logo descobri que o brilho iridescente aparecia depois de algumas camadas verdes e castanhas serem retiradas. Ao que parece a concha é essencialmente constituída por aragonite, uma forma do carbonato de cálcio, com muitos outros átomos misturados, mas em menor quantidade.

O caracol também tem outra coisa interessante, uma espécie de “dente”, algo que ele usa para se proteger dos predadores. Decidi ver mais de perto esse tal dente: à primeira vista tem as mesmas características e composição que a casca mas é menos rígido, ou seja, parece que é um pouco mais fino que a casca. Tem um padrão circular interessante, e as pontas refractam a luz de uma forma muito bonita (bastante semelhante ao interior da casca).
Fica aqui o vídeo que fiz com o meu DIY EyeToy microscope.
video


Quase como uma superfície lunar, parece ter crateras! E tem um aspecto fascinante, com vários anéis perfeitamente distinguíveis.


Não seria interessante poder replicar a casca de um gastrópode, em madrepérola, bonita e resistente, para fazer produtos que sirvam os nossos propósitos de forma amiga do ambiente, inovadora e muito mais sustentável?
Quem sabe, um dia podemos viver em grandes prédios de madrepérola em forma de caracol!  ; )


Esta TED Talk fala um pouco de biomimetismo e o seu poder inovador na nossa sociedade.

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18 de agosto de 2011

Férias com projectos

Ah... Que bom estar de férias! Como é costume já iniciei centenas de coisas que não vou acabar, ou que nem as começo. Uma delas, por acaso até está a desenvolver-se bem; é o meu novo site: Spreading Chemistry

Curiosos? Visitem! E mais não digo! XD
Boas férias!

29 de julho de 2011

Cento e vinte

Cento e vinte é o número oficial de créditos que tenho neste momento, algo que me transporta a 100% para um terceiro ano de faculdade cheio de trabalho mas de empenho num futuro há muito esperado.
A felicidade seria mais se a média fosse um só valor maior, algo que me ajudaria a garantir uma bolsa de doutoramento, e além disso, se os preços dos passes não estivessem a aumentar. Pois já a partir de Setembro pagarei cerca de 90€ mensais para me deslocar para a faculdade, algo medonho para alguém que recebe só 2,5 vezes mais que isso mesmo.

Entre outras novidades gostaria de revelar que o acesso ao curso de Engenharia Química e Bioquímica na FCT-UNL ficou facilitado pela eliminação de um critério que é o exame de matemática, deixando de ser obrigatório. Ao principio achei cómico não se exigir matemática para um curso de engenharia (que é em si só uma disciplina apesar de se lhe pendurarem químicas e físicas e nanos e biocoisas).
Depois lembrei-me das palavras de uma pessoa: "nós não fazemos concorrência às outras faculdades". As palavras são fáceis de proferir, as acções demonstram logicamente o contrário. O mesmo curso no ISEL exige sempre matemática e tem a opção de curso nocturno. O curso de Engenharia Química no IST além da elevada média de entrada também exige a matemática dos seus candidatos.

Continuo a gostar da minha faculdade. Mas não consigo deixar de me sentir desiludido com algumas opções que a mesma adopta. Mais fundamentos para o facilitismo, uma epidemia que se espalha do ensino secundário para o universitário. 
Como serei eu visto, dentro de uns anos, se as mesmas políticas continuarem a ser aplicadas nesta faculdade, sendo que as demais instituições primem por uma excelência que a nossa ignora?

Espero que não seja tarde para um dia esta faculdade voltar atrás nestas opções que considero erradas.
Links:

15 de julho de 2011

Férias

Hoje estou oficialmente de férias, e parece que vou continuar na curta lista (de 3 ou 4 elementos), de geeks, sem cadeiras em atraso! XD
Boas férias, boa praia e bons festivais de verão!!!!

3 de julho de 2011

Fim do 4º semestre

Das cinco cadeiras deste semestre, três estão feitas de forma confirmada. Uma, ainda me falta: química física II, pois quando devia estar a estudar para o exame normal estava com uma bela insolação. Assim lá fui eu passear ao exame, ver as perguntas típicas, o  que me saiu caro pela vergonha de me ter esquecido da máquina gráfica no auditório e de ter recebido mail do professor para a ir buscar (tenham em conta que tinha “auxiliares de memória” na máquina, mas nem era minha intenção usá-los -- raramente os uso, faço-os sempre).

Entretanto, quanto a Biologia Molecular, cadeira cujo exame foi há mais de duas semanas, ainda não sei se passei ou não pois as notas insistem em não sair.

Soube agora que os professores apenas têm obrigação de publicarem os resultados dos exames de época normal até 3 dias antes do de recurso. Esta mentalidade, a de um professor se permitir deliberadamente de chegar ao limite do prazo é irresponsável, no mínimo.

Em cadeiras com 200 alunos, sabendo que a maioria vai a exame normal, muitos, pelos mais diversos motivos, quererão rever a prova antes do recurso. E quanto mais cedo melhor! Pois não me parece humanamente possível um professor “atender” cerca de 200 alunos em dois dias, antes do exame de recurso. Isto leva aos maus resultados, às reprovações, e aos facilitismos em anos posteriores (como acontece em Elementos de Análise E Álgebra I e II em que alunos chegaram a ter 20,5 valores num teste(!)).

Lamento estar a escrever isto no meu blog. Aliás, sinto repulsa. Mas esta é a vida de um universitário: eu. A faculdade que frequento, pela qual nutro um carinho especial, sofre com as atitudes de cada um. Atitudes individuais que geram desordem (ou entropia citando o termo do professor Abel). Estas posições face às responsabilidades levam a faculdade para rankings cada vez mais baixos, pois esta não é feita das médias dos alunos mas sim da qualidade com que estes desempenham as capacidades, adquiridas no mundo académico, em ambiente de trabalho.


3 de junho de 2011

Diplomados & Exames

O curso está a acabar para os meus veteranos. Não todos, infelizmente, mas para bastantes. A queima das fitas já foi e agora está na hora de prestar as últimas provas.
Destaco os diplomados que já acabaram o curso:

Não são poucos os que acabam todos os anos o nosso curso, embora nem todos do mesmo ano (tome-se como exemplo que este ano já existe um diplomado que era aluno do ano anterior e provavelmente só acabou em época especial).

Agora também está na hora de eu prestar contas. Mas estou tão cansado e com uma moleza que não me apetece fazer nada! AAAAAH Vamos a isto...
Uma cadeira já acabou... Faltam 4 para o Verão me invadir as ideias.    ; )

25 de maio de 2011

ACORDEM

Texto Acordem, do Professor Grégoire Bonfait. Haviam de ser todos como ele.

"Caros alunos,
Recebi uma mensagem quase-anónima durante a semana passada (quase-anónima no sentido que foi enviado a partir dum endereço e-mail duma pessoa que aparentemente não está inscrita a FG, nem na FCT... ). Respondi a esta mensagem, perguntando com quem estava a falar, não obtive resposta: Meto medo? O teor desta mensagem era basicamente uma queixa sobre as variações de critérios de correcção entre as avaliações semanais corrigidas pelo Prof. João Cruz (JC) e as corrigidas por mim (GB). Por outro lado, soube também que alguns alunos queixaram-se que os exercícios de avaliação duma turma são mais difíceis que os duma outra...

Vamos a isto:
1) Critérios de correcção do Prof. JC mais severos que os meus (GB)?

Provavelmente que os alunos que alegam isto se basearam sobre uma comparação das notas entre as turmas TP1 e TP2 que têm os mesmos exercícios de avaliação. Cedo, vimo-nos (JC e GB) confrontados com esta diferença significativa de notas entre estas duas turmas. Para verificar se um professor era mais severo que outro, corrigi uma vez as avaliações semanais das duas turmas (mesma avaliação). As minhas notas confirmaram esta diferença: As notas da turma TP1 foram efectivamente significativamente inferiores às da turma TP2. Dito duma outra maneira, os alunos da turma TP1 ou trabalham (ainda) menos que os da turma TP2, ou têm bases em matemática ou em física (ainda) mais fracas. Porque é que isto pode acontecer? Pode ser por acaso (neste caso, chama-se a isto uma “flutuação estatística” no sentido que, a priori, todas as turmas deviam ter em média o mesmo nível. Isto acontece muitas vezes e qualquer professor vos dirá que as vezes tem “boas turmas” as vezes turmas “piores”), pode ser por haver “alunos que estragam o grupo” (“dinâmica de grupo negativa”) e outras razões deve haver... Neste caso preciso, desconheço a razão mas como explicarei mais adiante, pouco interessa... Por outro lado, como se pode verificar, a média dos alunos da turma TP4 ( Prof. JC) é muito melhor que a média da turma TP1 ( Prof. JC), ultrapassando em muitos casos a média da turma TP2 (GB)... “Se calhar”, não são bem os professores os “maus da fita” como alguns parecem estar prontos a entender ... O prof. JC põe a disposição dos alunos as avaliações para os alunos poderem corrigir no futuro os erros a não fazer/repetir... Em vez de ralhar e de comparar, e de se lamentar sobre a injustiça da vida, mais eficaz, com certeza, seria de trabalhar durante a semana. Ficariam menos “à rasca”.

2) os testes duma turma são mais difíceis que os duma outra .

Parece que este problema foi muito agudo na avaliação 9. Na avaliação TP1/TP2, havia uma derivada quando na avaliação TP3 era “só preciso” substituir... Vejamos: Na avaliação semanal nº9 das turmas TP1/TP2, era preciso 
1) Calcular o comprimento duma hipotenusa sabendo o comprimento dos dois outros catetos (=(a2+x2)1/2) .. Credo! 
2) Saber derivar ((a2+x2)-1/2)... “Por acaso”, esta mesmíssima função tinha sido derivada na semana anterior...
Quem sabia ultrapassar estas duas “grandes dificuldades”, já tinha 3 valores (/5...). A pergunta seguinte (1val) também tinha sido resolvida a semana anterior. A avaliação semanal nº9 das turmas TP1/TP2 tinha só este exercício enquanto as das outras turmas tinha dois...
É evidente que devendo fazer 3 avaliações diferentes por semana, pode acontecer que, as vezes, os exercícios a resolver possam parecer significativamente diferentes (uma “leva uma derivada”, a outra não!...) com dificuldades diferentes. Se isto aconteceu, em média, os graus de dificuldades foram muito semelhantes. 

Na realidade, o que acontece, é que uma grande parte de vocês não trabalham FG fora das aulas e, evidentemente, neste caso, TUDO parece difícil! até calcular o comprimento duma hipotenusa... No início das minhas aulas TP, costumo salientar alguns do que chamo “erros estúpidos” (cf. pautas TP2/TP3) que podem acontecer de vez em quando. Não é isto que é grave. O que é grave, é repetir vezes sem conta os mesmos erros i.e. nem fazer o esforço de perceber o erro ou de não repeti-la... O que é grave é participar a estas avaliações como se o resultado tivesse pouca importância. O que é grave é pensar que chumbar não tem consequências ... (e... sobre isto a FCT, se calhar, é um pouco permissiva... mas isto é uma outra história). 

Há alunos (e não são tão poucos como isso) que estão nesta posição completamente passiva e amorfa. Estes alunos atrasam e/ou perturbam os outros. Estes alunos ocupam inutilmente espaço e gastam inutilmente recursos humanos e materiais. 
Estes alunos desperdiçam o dinheiro da FCT, i.e. o dinheiro que vem das propinas (do próprio aluno mas também de todos os outros colegas) e que vem dos impostos pago por pessoas que não têm responsabilidade na atitude irresponsável destes alunos. Estes alunos comportam-se como parasitas...

E, de parasitas, pelos tempos que correm, Portugal não precisa.
Acordem!
Cumprimentos,

Prof. Grégoire Bonfait"

20 de maio de 2011

O cheiro da terra

Sabem aquele cheiro repentino a terra molhada quando chove num chão quente? Acontece muito por esta altura, e é um cheiro de que gosto imenso. Este é devido à geosmina, um químico libertado por várias bactérias, tais como a Streptomyces griseus.

17 de maio de 2011

EuroBachelor

Licenciatura com certificado internacionaleurobachelor.jpgA Licenciatura foi certificada com a qualificação internacional Eurobachelor®.
A obtenção do certificado resultou de uma avaliação internacional com visita à Faculdade de avaliadores estrangeiros para entrevistas a alunos e professores, observação de instalações e análise de programas e procedimentos.
Para além de ser uma garantia de qualidade e transparência, que confere empregabilidade à licenciatura em Química Aplicada, a qualificação “Eurobachelor” garante aos licenciados uma mais fácil mobilidade internacional, por exemplo ao dar acesso a cursos de segundo ciclo (Mestrado) em outras instituições internacionais também certificadas com o “Eurobachelor”.
Informação detalhada sobre a certificação Eurobachelor® está disponível emhttp://www.eurobachelor.eu


Esta é a informação acerca do EuroBachelor da minha licenciatura, disponível no site da FCT, secção para candidatos. Mas desenganem-se os futuros alunos desta faculdade. Aparentemente há alguns desacordos em relação à importância deste "Label", com uma única justificação: "Não há nenhuma razão objectiva para dar importância a esse certificado.".

Se me levasse pelos sentimentos como antes, tinha extrovertido um misto de raiva e revolta para com tais afirmações. Leva a crer que a publicidade vale mais que o próprio currículo.

Ainda se perguntam porque será que há pouco sucesso escolar e poucos alunos.  

19 de abril de 2011

A minha agenda

Há três anos atrás comecei a utilizar agendas. Não electrónicas, mas sim em papel, pois as dos telefones são quase intocáveis, ou seja, praticamente não se inscrevem no nosso quotidiano, devido à sua inerente futilidade expressa num gadget sempre desactualizado.
Uma agenda precisa de ser palpável. Preciso de lhe sentir o cheiro do papel, sentir a textura e personalizá-la a meu gosto. Precisa de ser mais que um registo que passada a data do evento se apaga e esquece, é necessário ser algo que ali ficou, para mais tarde se consultar, por muito fútil que às vezes a nota possa parecer.
Estou grato a quem me apresentou os Moleskine. Embora caros (mais do que deveriam), fazem já parte de mim, como uma cultura. Uma agenda com história, já utilizada por van Gogh, Picasso, Hemingway...
Não é apenas um capricho, embora seja fiel à marca. Chateia-me ver “cópias” que lembram os originais, como por exemplo os da Book.it.
Estou numa semana calma. Uma das poucas em que a minha agenda apenas diz: férias. Mas vai acabar tão rapidamente... E vou entrar numa semana que tem aulas, práticas, dúvidas com os professores, testes marcados, gabinetes reservados, horários de trabalho, renovação dos empréstimos dos manuais... Mas ela está sempre comigo.

Obrigado Ritchie. ; )

15 de abril de 2011

Quorum Ballet

Foi hoje, dia 15 de Abril, o dia de ver o espectáculo Substâncias do Quorum Ballet, numa aliança entre a arte e a ciência química.
Sem dúvida que é um espectáculo a não perder em especial por ser o Ano Internacional da Química. Este reflecte a química (inorgânica), nas interacções humanas, fazendo uma transposição personificada dos elementos (ouro, prata, cobre, sódio, iodo, bromo e enxofre).

"A Química é algo omnipresente e, a Dança, uma das formas de "explicar" as omnipresenças". Daniel Cardoso, Director Artístico.


Aproveito para dizer... BOA PÁSCOA! ; )

2 de abril de 2011

Mais e mais

E mais testes...
Recomeçou a grande luta pela minha fantástica média *ironia*.
O 16,5 a bioquímica soube-me bem, mas parece que as restantes não sofreram de tamanha sorte. Nada como umas semanas de estudo intensivo na biblioteca para resolver o assunto (se passei com 14 a estatística passo a qualquer coisa com este método!).
Desejem-me sorte. ; )

12 de março de 2011

GAR - 12 de Março 2011

Foi extenuante mas sem dúvida que valeu a pena. Duzentas mil pessoas. 200 000!!! Um grande número sem dúvida.
Obviamente os Homens da Luta foram a principal "palavra de ordem" da manifestação. O que mais me surpreendeu foi a empatia entre várias gerações, a grande heterogeneidade de idades presentes. Não só os tipo GAR, mas jovens-adultos, jovens, algumas crianças e seus pais, avós! Fomos abordados algumas vezes por pessoas mais velhas que nos motivaram, que nos transmitiram os seus desejos, um pouco da sua sabedoria e conhecimento e conhecemos casos reais de pessoas que SOFREM com a situação precária do país.
Uma senhora que perdeu um filho com um ataque de coração dizia que tudo indica que foi o stress  por não encontrar emprego à tanto tempo (ironicamente na semana seguinte à sua morte este conseguiria entrar para a Microsoft, na sequência de uma carta com resposta positiva à entrevista de emprego). A senhora leu-nos o texto que fez para o governo... Algo que me fez ter de controlar muito para não chorar (a lágrima não escorreu, mas esteve lá).
Ainda antes fomos abordados por um septuagenário entusiasta do protesto, que viveu o 25 de Abril e nos apoiava. Insistiu na divulgação da sua admiração por um poeta, Guerra Junqueiro, e acabou por nos oferecer pequenos documentos com algumas palavras sobre o mesmo. Podem consultar aqui o meu exemplar.
Ao que parece este foi um dos poetas e escritores que na altura se opunham ao regime, demasiado lúcidos para a sua época, e quem sabe para qualquer uma.

Ficam as fotos, que por hoje o cansaço não me permite escrever mais e amanha é dia de compensar o trabalho que não fiz hoje. : )


Que giro, podia ser eu, mas com 7 anos de casa já estou a frequentar o doutoramento em caixa de Pingo Doce!

Estimou-se 200 mil pessoas no protesto só em Lisboa!!!!





Não são só jovens presentes nesta manifestação. Todas as gerações, avós, pais, filhos e netos estão solidários com a causa GAR.

Uma excelente pergunta...

Um país mais ou menos...


Assistiu-se às mais variadas formas de protesto.

Este cartaz foi o que me fez rir mais!

Centenas de registos iguais ao meu... ; )

Jel e companhia a cortar o transito do Marquês chamando os protestantes para perto deles. A polícia cedeu rapidamente à vontade da população.

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12 de Março - Geração à rasca

8 de março de 2011

Protestos contra Sócrates

Fico desiludido com situações deste tipo. Isto não é a forma de se protestar.
Já não tenho tanta a certeza de ir ao protesto...


17 de fevereiro de 2011

Geração à Rasca

É essa a nossa geração, licenciados ou não, a vida dos jovens está cada vez mais difícil.
Ontem deu na SIC Notícias uma reportagem acerca das oportunidades dos jovens versus adultos no mercado de trabalho. A perda de regalias, diferenças de ordenado e percentagem de desemprego são assustadores. Um aluno licenciado pode ficar meses, por vezes anos sem encontrar trabalho e, quem sabe, pode nem vir a encontrar na área em que estudou.
Noto alguns problemas que levam a este acontecimento. Relembro um aluno que estudou realização de cinema e não encontra nada na área em Portugal. Antigamente o curso de cinema dava acesso a trabalhos menores, e o ex-estudante progredia na sua vida profissional até chegar ao seu objectivo. Actualmente todos querem "saltar de para-quedas" para aquilo que estudaram, e de certo modo até com razão, pois têm os conhecimentos necessários para tal.
No entanto é extremamente improvável alguém começar um emprego pelo topo da hierarquia! Obviamente que eu, enquanto futuro licenciado em Química, não vou começar por lavar chão, mas a verdade é que serei tratado de igual para igual com um técnico de nível 3 ou 4 (como aliás já eu sou, e confirmei o sucedido no meu anterior estágio na Hikma Pharmaceutical).
Num outro caso da referida reportagem, um aluno que estudou hotelaria queixa-se que não tem emprego pois pedem experiência profissional, e noutros empregos com menores habilitações literárias também lhe pedem experiência. Isto não tem desculpa possível, é uma questão de bom senso da parte de quem procura emprego. O que a entidade procura saber é se se tem noção de responsabilidade, mais do que experiência profissional na área propriamente dita. Ora, se um aluno se limita a fazer um curso bolonha sem nada extra-curricular, sem um trabalho aos fim-de-semanas, ou o quer que seja, torna-se muito mais difícil que o aceitem num emprego. Isto é mais que óbvio. Logicamente, actualmente ter um mestrado é uma mais valia, pois as empresas também dão preferência a mestrado ou pré-bolonha.

Durante a reportagem reparei no "slogan" da mesma, em rodapé: "Geração à Rasca", à qual se referiram também como geração Deolinda. Foi um pouco solto, achei estranho a inicio mas depois apercebi-me que foi a única maneira de transmitirem uma ideia sem a evidenciar de forma pouco profissional como faz o Jornal da TVI.

Pesquisei e cheguei ao Blog Protesto da Geração À Rasca. Este blog está a organizar um protesto por forma a demonstrar a insatisfação dos jovens com a crescente precariedade nos subsídios, bolsas, estágios, empregos não remunerados, oportunidades e falta de aplicação dos especializados, da mão de obra de ponta que se gera no nosso país e que se vê obrigada a sair para os países que nos querem aproveitar.

Deixo-vos com o protesto, e as "palavras de ordem":
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.
Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.
Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.
Caso contrário:
a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.
b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.
c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.
Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.
Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.
 

16 de fevereiro de 2011

Erlenmeyer de ouro

Quantos filmes e músicas passam pela nossa vida? Centenas? Talvez até mais, pelo menos actualmente – note-se bem que antes havia muito menos, mas com certeza com uma grande qualidade.

 Criaram-se Óscares, Grammys, Globos de Ouro,... Enfim, tudo o imaginável para as celebridades que preenchem as prateleiras de qualquer tabacaria e que forram o quiosque da esquina num formato fundamentalista (no que toca ao cor-de-rosa e a manchetes).  Depois, fogem dos paparazzi, aparecendo sempre, claro; são notícia – casam, descasam, têm filhos, adoptam, doam dinheiro, andam sem cuecas, morrem. São pessoas. Com defeitos por vezes incompreensíveis, outras vezes já mundanos. Outros, poucos, talvez os mais velhos, os mais experientes ou os mais sinceros, vivem num glamour especial, numa passadeira vermelha invisível.


Ganham prémios e são reconhecídissimos pelo seu trabalho, pelo seu contributo a nível mundial, para a população. E são tantos os prémios.
Porque não um prémio para o melhor advogado do ano? Ou o melhor cantoneiro! Porque não o melhor recepcionista; carteiro; operador de caixa; jardineiro; médico; juiz; químico...
 

O erlenmeyer de ouro vai para... A vassora de ouro vai para... O envelope de ouro vai para... O martelo de ouro vai para...

Estas pessoas são simples, talvez bastante mais que um cantor, ou uma actriz. São homens e mulheres como estes últimos, uns vivem melhor, outros nem por isso, mas todos contribuem, de uma forma ou de outra, para a sociedade. Quem nos receberia a correspondência sem ninguém para a entregar? Quem nos venderia os bens essenciais? Quem manteria as ruas limpas e transitáveis? Quem descobriria novas curas, fabricaria novos polímeros, novos combustíveis?
Ponderando bem, o contributo que um cantor ou um actor dá à sociedade é apenas uma fracção do que esta última necessita, não deixando de ser essencial.
Que tal uns prémios, igualmente transmitidos, quem sabe até na mesma sessão que os globos de ouro, para todas as classes de trabalhadores?

15 de fevereiro de 2011

Começou

Um novo semestre começou. Horário fantástico que tenho, quase sem aulas à tarde (isto depende um pouco das práticas), e com quarta-feira livre para dormir até às tantas.
Há sempre alguns aspectos negativos também... Microbiologia tem muitos alunos inscritos. Eu disse muitos? Andamos pelos 200 alunos a respirar o mesmo ar suado de um auditório com uma péssima acústica durante uma hora e meia. Não se compreende como é que, havendo tantos alunos, não se fazem turnos nem que seja para facilitar a tarefa do professor, que tem de estar sempre a mandar calar. 
Por falar no professor de microbiologia... Nunca pensei que alguém me parecesse tão cómico ao ponto de me fazer rir cada vez que olho para ele, e não é uma patologia de foro psiquiátrico meu! Várias pessoas estavam com a mesma reacção! Ao menos isso, mesmo que não goste da cadeira, levo-a com alguma descontracção.
Enfim... Mais coisas chatas que podia aqui contar, que resumo: tenho testes, muitos, aos sábados de manha (-.-'), alguns às quartas, por vezes 2 seguidos (-.-''), e muita muita matéria para estudar desde já...

Ainda agora comecei e já me sinto cansado, mas confesso que não tenho dormido muito (o meu relógio interno ainda está em horário de férias e as greves dos comboios fazem levantar-me mais cedo).

7 de fevereiro de 2011

4º Semestre a caminho...

Ah, que bom estar de férias! (Apesar de ter um exame de melhoria amanha). Passei a estatística, o que me deixa muito feliz e descontraído. A meio do curso e sem cadeiras em atraso... Que feliz que estou! =D Fazer o 3º ano sem ter de estar a repetir cadeiras é um alívio muito grande, acreditem, pois essas cadeiras já dão muito trabalho - não esquecendo  projecto no último semestre, que vale 15 créditos.
Entretanto, os horários deviam ter saído faz hoje 8 dias, e como seria de esperar, estão atrasados, e parece que só saem "amanha de manhã". Dizem-nos para não desesperarmos, mas a verdade é que o bichinho carpinteiro vai provocar uma avalanche de log in na plataforma do CLIP que o mais provável é aquilo ir tudo a baixo. XD Ou seja, está tudo na mesma. ; )


26 de janeiro de 2011

Fim do 3º Semestre

Estou definitivamente de "férias" pois só voltarei às aulas dia 14 de Fevereiro, embora ainda tenho duas melhorias de nota para fazer.
E estatística? Ah pois! O exame já passou fez hoje dois dias, mas não conto chumbar até porque correu-me bastante melhor do que esperava. Foram duas semanas muito complicadas depois de ter chumbado ao exame de época normal de estatística. Seria a única cadeira que iria deixar para trás, e a ideia de isso acontecer era muito desmotivadora. Quero continuar na curta de lista de quem não tem nenhuma cadeira em atraso e até agora parece que fui bem sucedido.
Entretanto, o 4º semestre está a começar, e em menos de nada: ESTOU A MEIO DO CURSO!
Ainda me lembro da felicidade que senti ao entrar na faculdade, e agora vejo um destino cada vez mais próximo, que é o fim do curso, e espero, um bom emprego. **Vou continuar a sonhar que não serei um recente licenciado no desemprego**.
Neste próximo semestre gostava imenso de fazer uma cadeira extra-curricular que pertence ao perfil de Química Orgânica (eu escolhi Biotecnologia), mas para tal tenho que pagar 1/10 da propina, o que me deixa bastante desconfortável. É só dinheiro, mas já me é difícil pagar as propinas... Ainda mais 100€ é complicado, mas Sistemas de Informação Documentação e Propriedade Industrial é uma cadeira que me é importante, pois gosto da ideia de se saber informar o público do nosso trabalho, da ciência, saber divulgar e chegar a informação a todos, e saber redigir correctamente relatórios e artigos científicos com fontes fidedignas.

Mais notícias acerca do inicio do semestre ficarão para breve!
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Pequena rubrica: Aqui Dorme-se
Isto é tão comum nos sofás da biblioteca que não impressiona ninguém, nem que seja por não sermos filosofos, já não nos extasiamos com o que vemos todos os dias e o que achamos impressionante e fascinante num dia, no outro torna-se banal.
Não me quero tornar numa pessoa banalizante das coisas comuns, por muito simples que sejam, mas aqui não é o caso. Isto não é comum.


Sim, é verdade. É estranho para quem vê uma vez, mas estas imagens são de dias diferentes. Podia ter muitas mais, pois penso que vi a mesma coisa todos os dias.
Não me incomoda, mas parece-me que uma faculdade serve para outras coisas não é? =D