28 de fevereiro de 2010

Venho aqui só para dizer que ser um estudante exemplar como fora Pepys é muito cansativo….

Especialmente quando se está doente.


2 de fevereiro de 2010

Fim do 1º Semestre

Ou a vontade de escrever não tem sido muita ou parece que nestes 6 meses apenas sei raciocinar em números e formulas químicas…
Noto uma crescente dificuldade em me exprimir, o que não é novidade para mim quando não tenho o meu hábito de escrita em dia.
Enfim, estou de “férias”. O primeiro semestre acabou bastante bem; as notas ainda não saíram mas posso já dizer que não deixarei cadeiras em atraso – o que é muito bom e me deixa muito contente!
Digo “férias” pois ainda irei fazer um exame de melhoria de nota (já agora trabalho para a média nestas duas semaninhas que faltam até ao inicio da próxima etapa).

Agora algo a partilhar, o meu último exame. Foi de expressão e comunicação e integralmente acerca de um capítulo de um livro: “O futuro inventa-se” de António Câmara, CEO da YDreams e professor na nossa FCT – UNL.
Do livro, neste momento, apenas conheço o que li para o exame, mas definitivamente quero lê-lo na totalidade.
O autor fala-nos dos modelos de ensino nas Universidades (em geral, e especificamente em Portugal) e dos currículos escondidos assim como das actividades extracurriculares e dos seus papéis na formação académica dos alunos.

Os modelos de ensino, em geral, são-nos descritos como: ensino por “infecção” e ensino por “imersão”.
No ensino por infecção existe uma constante destruição da criatividade e estimulação da memória sem raciocínio acerca das matérias leccionadas; por sua vez, no ensino por imersão, os alunos são estimulados a formular questões e a responder a essas questões, a trabalhar em grupo, criticar, criar, efectuar projectos semestrais e exames inovadores.
Este ensino revela também os problemas de cada aluno no que respeita à sua criatividade, descrita com os seguintes bloqueios:
- Percepcionais;
- Emocionais;
- Culturais;
- Ambientais;
- Intelectuais.

O currículo escondido trabalha não os “saberes” vocacionais mas sim a cultura e o pensamento crítico no seu geral através de:
- Análise de textos e obras clássicas;
- Comunicação escrita;
- Comunicação oral;
- Gestão do tempo;
- Incerteza;
- Economia.
Este currículo vai revelar-se extremamente importante enquanto complementar da formação académica e vai possibilitar uma futura gestão da carreira profissional do aluno.

Por fim, as experiencias extracurriculares possibilitam o alargamento dos horizontes, e a estimulação de padrões de qualidade:
- Projectos de investigação;
- Erasmus;
- Estágio;
- Empregos part-time;
- Concursos;
- Núcleos (fotografia, teatro,…)

E para já é tudo, espero que vos tenha estimulado a darem uma vista de olhos neste livro e prometo que tentarei ser mais presente no meu blog (também para estimular um pouco mais as minha soft-skills).
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V.