A vida é feita disso mesmo... Escolhas.
A escolha do perfil para o meu curso chegou. Tinha duas opções: Química orgânica ou Biotecnologia.
Isto levantou-me uma série de dúvidas, pois ao que parece não me agradou nenhum dos perfis.
Com o decorrer deste primeiro ano dei conta que não gosto MESMO de orgânica, mas sim de inorgânica – cadeira pela qual praticamente me apaixonei, quem sabe se um dia não faço algum mestrado relacionado com ela.
Adiante…
Biotecnologia tem um terrível problema: é um ramo de uma licenciatura de química mas tem mais biologia que química no ultimo ano. Só faltava a famosa Matemática para Biólogos (aparentemente da faculdade de ciências de lx), que como uma colega minha diz “deve ser para aprenderem a contar pinguins”.
No entanto, e completamente contra a minha intuição escolhi Biotec. Acontece que tenho maior variedade de saídas profissionais sendo muitas delas ainda em química. Além disso, eu não quero ser inflexível, estanque, preso às saias da mãe química. Não me quero vendar de outras hipóteses e de expandir os horizontes.
Vou, mas não de cabeça… Lá vou eu passar mais um mesinho do verão a dar uma vista de olhos em Biologia 12ºano.
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Mais acerca de "escolhas"…
O meu adorado palácio de Seteais, em Sintra, era assim:
E agora está assim:
Para quem não conhecia ou não é Sintrense, a diferença parece pouca e até melhor pois está tratado – e já precisava! Mas para mim o que foi feito está um horror.
Eu passei de carro em frente ao palácio e fiquei em estado de choque, e o estranho é que aparentemente ninguém se preocupou ou reparou que um palácio passou de amarelo a qualquer coisa como BRANCO!?
Como se pode permitir que se faça algo assim ao património dos portugueses, por muita privatização que exista!?
Já recentemente também a câmara de Sintra mandou cortar as gardénias enormes (e já com pelo menos uma década), que davam um aroma peculiar à correnteza, onde se tem realizado o mercado brocante. É muito triste, ver estes e muitos outros erros serem cometidos diariamente no nosso concelho. Soa a "facadinhas" e a assassínio lento do ambiente e cultura sintrense.
O proximo passo, já o adivinho… Há uns anos era permitido a um visitante circular pelos jardins de seteais – não só os que vão dos portões à faxada mas também os de baixo. Brevemente poderão selar completamente a entrada, mas eu, nessa altura, não ficarei parado.
Prometo.