Um registo pessoal do que é a vida de um estudante universitário... Na primeira pessoa!
23 de junho de 2010
19 de junho de 2010
José Saramago 1922-2010
16 de junho de 2010
Exames e Actualidade
11 de junho de 2010
Fim do 2º Semestre
1 de maio de 2010
Química Analítica Qualitativa Inorgânica
29 de abril de 2010
For All Of Us - Reborned
Fica aqui o link para quem quiser ver textos já editados e os novos que surgirão.
Tentarei seguir o mais fielmente o que deixei a meio que foi uma historia que já venho a escrever à muito tempo.
Espero que gostem...
http://for-all-of-us-reborned.blogspot.com/
28 de abril de 2010
Hoje deu-me para escrever...
E quando o piano começou a tocar aquela melodia mágica… O nevoeiro começou a dissipar-se, descobriu-se o plátano no jardim em frente ao edifício que lembrava ser de um clube de verão.
Da noite surgiu o dia e a dança de todos era a valsa do reconhecimento pela vida. Num lugar onde não havia mais espaço para a apatia ou sebastianismo, apenas felicidade.
Um Quinto Império atingido no interior de cada um incendiou um poder tremendo: a vontade, a coragem, o poder dos jovens reflectido nos adultos. O poder de mudar o mundo.
À medida que a valsa se intensifica, as flores florescem, o plátano cresce, o sol exponencia a sua forma em todas as realidades numa série de infinitas cores.
O mundo rejubilou,
E a valsa acabou.
Palavras,
Que significam elas? São só palavras.
Estou cansado… Preciso de um tempo para mim… Para me aperceber de quem sou, neste momento.
27 de março de 2010
Artscist, BEST e outras coisas… Muitas...
Bem… Agora para o artscist tenho que fazer um projecto que alie ciência e arte de uma forma apelativa… Quando, e se conseguir fazer tudo antes do prazo deixo aqui o projecto. =)
Já para o BEST tenho que fazer uma carta de motivação de modo a que me seleccionem para ir fazer um curso científico de 15 dias num país da Europa; mais apelativo ainda é que só se pagam 15€. XD
Outras coisas…
Não sei o que é ser sem-abrigo, felizmente nunca tive esse azar, mas por vezes sinto-me um pouco sem ter para onde voltar. E nem digo ao fim do dia, na minha casa, pois sinto-me muito bem nela. É mais uma sensação de não-pertença, de que eu
não encaixo muito bem no mundo que me rodeia, como se não houvessem lugares para mim.
Não sou muito mais velho que os meus colegas universitários, mas talvez o suficiente para me aperceber que já há coisas às quais não dou importância, e talvez porque já não tenho a energia que eles têm para formar aqueles grupos “tertúliences” em que se discutem as vidas alheias e se ri à fartazana de coisas que considero voláteis.
Mais de outras coisas…
A minha carência de tacto para os amigos aumenta a cada dia que passa, mas culpo-os também a eles por isso…
Todos temos formas de manifestar os nosso problemas, e todos temos efectivamente problemas. Onde estão os amigos quando precisamos deles? Eles nem existem, ou não teriam tanta facilidade em cagar para nós. Pelo menos é o que acho de algumas pessoas que me rodeiam. Também é uma pena, a forma como de um momento para o outro as pessoas se podem tornar fúteis e desinteressadas.
20 de março de 2010
No dia 24
Na questão central estão as propinas. Concordo de facto que é muito difícil de pagar cerca de 1000€ de propinas anuais, ainda para além de todos os materiais e livros necessários para cada cadeira.
No entanto não irei à manifestação… Tenho que fazer o preço que paguei valer a pena, e estudar no duro para poder ser algo mais. Além disso, desagrada-me imenso a atitude dos estudantes activistas: manifestam-se contra o que acham injusto, mas vandalizam a via pública para escrever “24 de Março Superior em Luta” nos muros.
Será que vão limpar as porcarias que fazem depois da manifestação?
8 de março de 2010
A ciência no nosso passado
Isto faz-me reflectir… Que temos nós de background histórico cientifico em Portugal? Na nossa história apenas me lembro das conquistas e das colonizações. Ao ler estas obras de que falei acima apercebo-me de uma enorme “Gap” de conhecimentos que deverá existir entre os jovens universitários portugueses e os britânicos. Estes deverão ter um conhecimento debruado de um passado dourado em conquistas científicas, que lhes deverão dar a confiança que o normal português nunca tem, para alcançarem ambiciosos objectivos. Eu, enquanto português, vou inverter essa situação para mim.
Motivador não é? ;)
Joseph Banks 13/02/1743 — 19/06/1820, naturalista e botânico.