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11 de junho de 2010

Fim do 2º Semestre

Como não podia deixar de ser, fiquei doente assim que senti o cheiro a férias. Típico do meu organismo. xD

Mas não acabou por completo, agora faltam os exames... E confesso que não estou muito confiante quanto aos resultados que poderei obter. (Isto é chato, mas eu também sou muito preguiçoso...)

Acima de isto tudo tenho só a dizer que estou feliz por este 1º ano acabar, e também por já não ser caloiro, pois o "Enterro" já passou, assim como o traçar das capas, e que devo dizer que foi muito DIVERTIDO!

 LQA 1º ano - 2010

1 de maio de 2010

Química Analítica Qualitativa Inorgânica



Adquiri hoje este magnífico livro de 1915 no Mercado Brocante, em Sintra.
É fantástico poder ver os primórdios do ensino em química técnica, ainda mais numa matéria que estudo de uma forma aprofundada na minha licenciatura.
Mas melhor que isto... Eu adquiri, não o comprei. A verdade é que a vendedora não lhe dava qualquer valor e ao observar-me tão embrenhado no livro... Deu-mo!
É mais um produto que irei juntar à minha colecção de objectos históricos da nossa cultura Portuguesa. ;D

29 de abril de 2010

For All Of Us - Reborned

Decidi reabrir, ou reeditar o meu antiquíssimo blog, o primeiro e unico: FOR ALL OF US, desta vez renascido.
Fica aqui o link para quem quiser ver textos já editados e os novos que surgirão.
Tentarei seguir o mais fielmente o que deixei a meio que foi uma historia que já venho a escrever à muito tempo.
Espero que gostem...
http://for-all-of-us-reborned.blogspot.com/

28 de abril de 2010

Hoje deu-me para escrever...




E quando o piano começou a tocar aquela melodia mágica… O nevoeiro começou a dissipar-se, descobriu-se o plátano no jardim em frente ao edifício que lembrava ser de um clube de verão.

Da noite surgiu o dia e a dança de todos era a valsa do reconhecimento pela vida. Num lugar onde não havia mais espaço para a apatia ou sebastianismo, apenas felicidade.

Um Quinto Império atingido no interior de cada um incendiou um poder tremendo: a vontade, a coragem, o poder dos jovens reflectido nos adultos. O poder de mudar o mundo.

À medida que a valsa se intensifica, as flores florescem, o plátano cresce, o sol exponencia a sua forma em todas as realidades numa série de infinitas cores.

O mundo rejubilou,

E a valsa acabou.


Palavras,


Que significam elas? São só palavras.

Estou cansado… Preciso de um tempo para mim… Para me aperceber de quem sou, neste momento.

27 de março de 2010

Artscist, BEST e outras coisas… Muitas...

Já estamos a mais de meio do prazo das inscrições dos dois eventos, BEST Summer Courses e o Artscist do Hulda Festival… E eu já me inscrevi!

Bem… Agora para o artscist tenho que fazer um projecto que alie ciência e arte de uma forma apelativa… Quando, e se conseguir fazer tudo antes do prazo deixo aqui o projecto. =)

Já para o BEST tenho que fazer uma carta de motivação de modo a que me seleccionem para ir fazer um curso científico de 15 dias num país da Europa; mais apelativo ainda é que só se pagam 15€. XD


Outras coisas…

Não sei o que é ser sem-abrigo, felizmente nunca tive esse azar, mas por vezes sinto-me um pouco sem ter para onde voltar. E nem digo ao fim do dia, na minha casa, pois sinto-me muito bem nela. É mais uma sensação de não-pertença, de que eu

não encaixo muito bem no mundo que me rodeia, como se não houvessem lugares para mim.

Não sou muito mais velho que os meus colegas universitários, mas talvez o suficiente para me aperceber que já há coisas às quais não dou importância, e talvez porque já não tenho a energia que eles têm para formar aqueles grupos “tertúliences” em que se discutem as vidas alheias e se ri à fartazana de coisas que considero voláteis.


Mais de outras coisas…

A minha carência de tacto para os amigos aumenta a cada dia que passa, mas culpo-os também a eles por isso…

Todos temos formas de manifestar os nosso problemas, e todos temos efectivamente problemas. Onde estão os amigos quando precisamos deles? Eles nem existem, ou não teriam tanta facilidade em cagar para nós. Pelo menos é o que acho de algumas pessoas que me rodeiam. Também é uma pena, a forma como de um momento para o outro as pessoas se podem tornar fúteis e desinteressadas.

20 de março de 2010

No dia 24

No dia nacional do estudante haverá uma manifestação estudantil.
Na questão central estão as propinas. Concordo de facto que é muito difícil de pagar cerca de 1000€ de propinas anuais, ainda para além de todos os materiais e livros necessários para cada cadeira.

No entanto não irei à manifestação… Tenho que fazer o preço que paguei valer a pena, e estudar no duro para poder ser algo mais. Além disso, desagrada-me imenso a atitude dos estudantes activistas: manifestam-se contra o que acham injusto, mas vandalizam a via pública para escrever “24 de Março Superior em Luta” nos muros.

Será que vão limpar as porcarias que fazem depois da manifestação?

8 de março de 2010

A ciência no nosso passado

Tenho-me dedicado a livros de um certo interesse cientifico e/ou histórico. O último que li: O Tio Tungsténio de Oliver Sacks é delicioso. Uma verdadeira jornada química, em que o leitor é levado a conhecer o crescimento mental de uma criança à medida que esta descobre a química da mesma exacta forma que os “arquétipos” clássicos, desde Lavoisier até Schrödinger (onde a criança abandonou a química e entrou na puberdade). Depois desta experiência segui para um novo livro: The Age Of Wonder, de Richard Holmes. Ainda estou no inicio mas já se mostra um livro muito promissor, que já me captou bem a atenção com a viagem de Joseph Banks no Endeavour (numa expedição cientifica)…

Isto faz-me reflectir… Que temos nós de background histórico cientifico em Portugal? Na nossa história apenas me lembro das conquistas e das colonizações. Ao ler estas obras de que falei acima apercebo-me de uma enorme “Gap” de conhecimentos que deverá existir entre os jovens universitários portugueses e os britânicos. Estes deverão ter um conhecimento debruado de um passado dourado em conquistas científicas, que lhes deverão dar a confiança que o normal português nunca tem, para alcançarem ambiciosos objectivos. Eu, enquanto português, vou inverter essa situação para mim.

Motivador não é? ;)

Joseph Banks 13/02/1743 — 19/06/1820, naturalista e botânico.

28 de fevereiro de 2010

Venho aqui só para dizer que ser um estudante exemplar como fora Pepys é muito cansativo….

Especialmente quando se está doente.


2 de fevereiro de 2010

Fim do 1º Semestre

Ou a vontade de escrever não tem sido muita ou parece que nestes 6 meses apenas sei raciocinar em números e formulas químicas…
Noto uma crescente dificuldade em me exprimir, o que não é novidade para mim quando não tenho o meu hábito de escrita em dia.
Enfim, estou de “férias”. O primeiro semestre acabou bastante bem; as notas ainda não saíram mas posso já dizer que não deixarei cadeiras em atraso – o que é muito bom e me deixa muito contente!
Digo “férias” pois ainda irei fazer um exame de melhoria de nota (já agora trabalho para a média nestas duas semaninhas que faltam até ao inicio da próxima etapa).

Agora algo a partilhar, o meu último exame. Foi de expressão e comunicação e integralmente acerca de um capítulo de um livro: “O futuro inventa-se” de António Câmara, CEO da YDreams e professor na nossa FCT – UNL.
Do livro, neste momento, apenas conheço o que li para o exame, mas definitivamente quero lê-lo na totalidade.
O autor fala-nos dos modelos de ensino nas Universidades (em geral, e especificamente em Portugal) e dos currículos escondidos assim como das actividades extracurriculares e dos seus papéis na formação académica dos alunos.

Os modelos de ensino, em geral, são-nos descritos como: ensino por “infecção” e ensino por “imersão”.
No ensino por infecção existe uma constante destruição da criatividade e estimulação da memória sem raciocínio acerca das matérias leccionadas; por sua vez, no ensino por imersão, os alunos são estimulados a formular questões e a responder a essas questões, a trabalhar em grupo, criticar, criar, efectuar projectos semestrais e exames inovadores.
Este ensino revela também os problemas de cada aluno no que respeita à sua criatividade, descrita com os seguintes bloqueios:
- Percepcionais;
- Emocionais;
- Culturais;
- Ambientais;
- Intelectuais.

O currículo escondido trabalha não os “saberes” vocacionais mas sim a cultura e o pensamento crítico no seu geral através de:
- Análise de textos e obras clássicas;
- Comunicação escrita;
- Comunicação oral;
- Gestão do tempo;
- Incerteza;
- Economia.
Este currículo vai revelar-se extremamente importante enquanto complementar da formação académica e vai possibilitar uma futura gestão da carreira profissional do aluno.

Por fim, as experiencias extracurriculares possibilitam o alargamento dos horizontes, e a estimulação de padrões de qualidade:
- Projectos de investigação;
- Erasmus;
- Estágio;
- Empregos part-time;
- Concursos;
- Núcleos (fotografia, teatro,…)

E para já é tudo, espero que vos tenha estimulado a darem uma vista de olhos neste livro e prometo que tentarei ser mais presente no meu blog (também para estimular um pouco mais as minha soft-skills).
P.S.: VISITEM O MEU NOVO SITE!!! VEJAM NA SIDEBAR! XD
V.

19 de dezembro de 2009

Férias!!!!!!!

Sim, estou vivo, estou cansado, farto de trabalhos de estudar e de trabalhar (agora um pouco menos!)… Baaaaaaaaaah

E que férias… O trabalho não tira férias, e os relatórios das aulas práticas também, não.

Mas estou essencialmente feliz. Estou a ter classificações bem acima do espectável e até agora, pelo que já fiz de trabalho e testes, não vão haver cadeiras para trás no primeiro semestre. XD

Feliz natal, e bom ano novo!